Luiz Renato Ribas
 
 

CAVALO BRANCO


SÓ A UNIÃO FAZ A FORÇA

* Estamos terminando 2017 no Tarumã, que mesmo com todas as dificuldades técnicas e econômicas, pode-se concluir como um ano razoável dentro das circunstâncias.

* Desde que a nova diretoria assumiu sob o comando de Paulo Pelanda, mesmo contando com um plantel na Vila Hípica muito desfalcado, promoveu reuniões regulares.

* Reuniões que começaram mensalmente e hoje são quinzenais, quer diurnas ou noturnas, com movimentos de apostas dentro de uma expectativa normal.

* Com a queda brutal da criação nacional do PSI, cada vez mais acentuada ano a ano, as perspectivas de sobrevivência dos hipódromos brasileiros são pouco animadoras.

* O reflexo disso incide diretamente na formação dos páreos, principalmente aqui como se viu na reunião do último feriado do dia 12, com apenas 7 provas.

* O turfe não só precisa de cavalos, mas também de proprietários e consequentemente pela imperiosa necessidade de se manter sua cadeia profissional, de jóqueis e treinadores.

* Assim o balanço atual do turfe brasileiro, neste 2017, vai continuar no vermelho, principalmente pela situação ainda frágil do grande pólo de antigamente: Cidade Jardim.

* Difícil prever como será 2018, ano do novo shopping no Tarumã, pois com a atual escassez de cavalos o problema vai exigir o que sempre alertamos: turfe único pela união nacional.

 

 

 
 

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