CARTA AO LEITOR

 

O PRESENTE

Vou começar este editorial corrigindo um fato que aqui publicamos na última edição. Os prêmios do Jockey Club do Rio Grande do Sul estão totalmente em dia, a informação nos foi passada pelo próprio Presidente José Vecchio Filho, que declarou: “Rizzon, por causa da pandemia jogamos para a frente os tributos federais, com isso ganhamos fôlego para manter tudo em dia”. 
Por outro lado o Jockey Club Brasileiro viu seu MGA subir no domingo para R$ 835 mil, ou seja, R$ 200 mil a mais do que era apostado antes da chegada do Covid-19.
O Jockey Club de São Paulo está buscando receitas alternativas e, também, tem como meta abrir novos agentes credenciados.
O Jockey Club do Paraná não consegue decolar o seu MGA, é incrível, pois ele estacionou entre R$ 170 e 180 mil. Precisa melhorar, pois está jogando praticamente a metade do que o JCRGS aposta em suas reuniões. Veja bem: a rede de agentes credenciados é a mesma!
Os Jockeys Clubs de Goiânia, Pelotas e Pernambuco fizeram uma parceria, utilizando o totalizador do Hipódromo da Tablada e todos realizando suas reuniões de forma matinal, aos sábados ou domingos. O crescimento será lento, mas gradual. 
A Cancha Reta nas últimas duas semanas teve uma movimentação e nos grupos de whatsapps foi muito mais apostado do que no próprio Jockey Club sede do evento, todavia isso já vinha acontecendo há muito tempo.
Em termos de América do Sul, o simulcasting retornou aos hipódromos do interior do Uruguai e o total de apostas melhorou.
O Peru com seu lindo Hipódromo de Monterrico voltou com suas corridas, mas as apostas seguem abaixo do esperado.
Argentina e Chile, paralisados e sem previsão. Todos perdem!

 MARCOS RIZZON

 

 
 
 

© 2020 - Jornal do Turfe Ltda.
Copyright Jornal do Turfe. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal do Turfe.