Carta ao Leitor
 

 AINDA, O GP BRASIL

A PMU comemorou o movimento geral de R$ 7 milhões nos cinco dias de apostas. Olhando os números, para o nosso turfe é muito.

Revendo calmamente ele significa apenas as apostas de um páreo em Belmont Park, no sábado, 10 de junho, quando da disputa do Belmont Stakes, o GP Brasil daquele hipódromo.

Por exemplo: se por um lado o Jockey Club Brasileiro lotou seus pavilhões como há muito não acontecia, por outro, isso não refletiu diretamente nas apostas comparando com os anos de 2013 - R$ 2.006.539,07 (10 páreos) e 2014 - 1.980.392,83 (11). Foram apostados em 2017 - R$ 1.953.924,33 (12).

O que pode se considerar positivo é o aumento significativo de 2016 - R$ 1.640.257,41 para o deste ano.

Todavia, no MGA de domingo, tivemos diversos bônus concedidos pela PMU, eu mesmo recebi o valor de R$ 140,00 em minha conta da internet e estes números abatidos trarão resultados menores.

O marketing realizado pela PMU foi agressivo e forte, trazendo muita gente nova e centenas de crianças.

Mas, pessoas importantes da sociedade, da mídia - como apresentadores, artistas -, jogadores de futebol e outros não compareceram. O caminho a ser trilhado está certo, mas é preciso urgente que as corridas do Hipódromo da Gávea atravessem fronteiras para vislumbrarmos um universo maior de apostadores.

Tanto a Codere quanto a PMU fazem com que os nossos turfistas joguem em corridas de todo o mundo. Por que todo o mundo não pode apostar em nossas corridas? O que está faltando?

As provas do JCB não poderiam ser vendidas nos 11 mil postos de vendas da PMU espalhados pela França e Europa?

O que está faltando para isso acontecer?

MARCOS RIZZON

 

 
 
 

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